O GOVENO CHINÊS NEGA QUAISQUER PROTESTOS DOS ESTUDANTES TIBETANOS.
Milhares de estudantes tibetanos sairam à rua como sinal de protesto en contra da nova política linguística imposta pelo governo chinês no Tibete. O protesto dos estudantes é pelo temor a que o Estado chinês queira fazer desaparecer a língua tibetana primeiramente do ensino e posteriormente da fala habitual dos cidadão do país numa ofensiva cultura na que a língua mandarina se faria como única e indiscutível.
Desde que o Tibete ficou incorporado à China pela força lá pelos anos 50 este país vem sofrendo continuas agressões políticas, culturais e religiosas por parte do governo de Pequim.
Os estudantes reclamam o uso do tibetano no ensino e defendem a não imposição do mandarim na sociedade do país do Himalaia.
Já no ano 2008 pouco antes das Olimpiadas de Pequim houve uma revolução que reivindicava um Tibete livre e contou com o apoio de muitos países de ocidente e ainda muitos personagens públicos de influência.
O protesto dos estudantes foi originado após umas declarações do chefe do Partido Comunista da província de Qinghai que falava da necessidade na China duma única língua para toda a República chinesa. A província de Qinghai está fora do Tibete mas é de maioria étnica tibetana e lugar onde se desenvolverão os grandes protestos de 2008
A versão do governo chinês é que no Tibete não existe qualquer protesto embora o Free Tibet tem publicado na rede fotografias onde os estudantes se manifestão pelas ruas de Lhasa perante a ação duma polícia disposta para restabelecer a ordem
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