A FESTA CONVÍVIO FOI ESPECTACULAR O CALOR DOS VINCULOS DE IRMANDADE
Na tardinha do dia 15 uma embaixada de irmãos galegos, a frente do professor António Martinez Coelho vieram a Ponte de Lima para mais um encontro cultural, esta vez, por sinal, gastronómico, para dar a conhecer em Portugal uma iguaria sem par, o Polvo "estilo feira" ou "a moda da feira". Este prato, típico na Galiza, foi trazido, cozinhado e "temperado" pelo "pulpeiro" (especialista em polvo) José Manuel Barroso e o industrial Julio Otero, ambos os dois da vila de O Carballiño, onde o polvo constitui uma das atraçoes turistas de relevo que dá a marca e o nome a uma das suas festas mais concorrida, a "FESTA DO PULPO", a celebrar no segundo domingo do mês de Agosto.
Mas nao so, pois ao remate, também foi oferecida uma espectacular "QUEIMADA", nao muito conhecida em Portugal, que é un rito, ja ancestral da Galiza, onde o bagazo é queimado para afinal ficar só o néctar mais puro e espirituoso da videira. Foi oficializado o rito pelo industrial de Ourense, Jose Antonio González e pelo "Chef" Ramón Alvarez, com os bolos e doces artesanais, ao final, da Flora Miranda.
Em Ponte de Lima se encontrava o Vereador do Pelouro da Cultura, Dr. Frankelim Sousa, o ilustre limianista, Amando de Sousa Vieira, mais o industrial Álvaro Castro.
O Dr. Frankelim, rematóu com o ditado "un destino común, uma misma región natural, uma identidad cultural"
Na comitiva que véu da Galiza, alem dos nomeados, foi de destaque, também a presença do director do jornal de Internet "Retrincos.Info", engenheiro David Martinez Carbalho.
A Festa Convívio foi espectacular, não faltaram os vinhos das melhores castes galegas "Treixadura e Mencia", o calor dos vinculos de irmandade, mais uma vez estreitados, a iguaria do POLVO GALEGO a deliciar, o som do concertino minhoto a encantar, tudo para mais nunca esquecer.
Foi celebrado tão singular encontro no cantinho mais espectacular e vistoso da quinta de Arcozelo do ilustre pontelimense, José Fernandes (Suiço).
O Dr. Frankelim Sousa encerrou o ato com grande emoção, muito sensibilizado por mais uma prova e amostra de que a Galiza e Portugal são mesmo uma grande realidade a caminhar de "mãos dadas", a espera de despontar, de vez, e mostrar ao mundo a categoria sem par de sua riqueza, de sua identidade e de sua cultura.
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